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09/07/2018 ás 20h27 - atualizada em 09/07/2018 ás 20h35

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Ex-prefeito Delano Parente é acusado de apropriação indébita
A decisão do juiz federal Jamyl de Jesus Silva, da Vara Única de Corrente, é de 25 de junho deste ano.
Ex-prefeito Delano Parente é acusado de apropriação indébita

O juiz federal Jamyl de Jesus Silva, da Vara Única de Corrente, recebeu denúncia contra o exprefeito de Redenção do Gurgueia, Delano de Oliveira Parente Sousa, acusado de apropriação indébita. A decisão é de 25 de junho deste ano.


Segundo denúncia do Ministério Público Federal, Delano,na qualidade de prefeito do Município de Redenção do Gurgueia, gestão 2013/2016, deixou de prestar contas e de repassar os valores recebidos em nome da Caixa Econômica Federal, no período de setembro de 2014 até setembro de 2016, totalizando um valor de R$ 495.298,53.


O objeto se referia a concessão de empréstimo consignado aos servidores municipais de Redenção do Gurgueia, com averbação das prestações descontados em folha de pagamento. Entretanto, a Prefeitura Municipal, apesar de descontar os valores das prestações nos salários de seus servidores, não repassava os respectivos valores ao banco como previsto nos contratos.


Além disso, o MPF sustenta que Delano de Oliveira, atuando de maneira livre e consciente, orientou e determinou aos demais gestores municipais que não realizassem os respectivos repasses à CEF, argumentando que deveria ser realizada a suposta compensação de valores entre os entes conveniados, pois o mesmo falava que a Caixa estava em débito com o município.


O magistrado destacou então que “impõe reconhecer que a peça acusatória contém a descrição adequada dos fatos criminosos e a qualificação do acusado, de modo que estão preenchidos os requisitos formais do art. 41 do CPP”.


Operação Déspota


O ex-prefeito Delano Parente foi preso, no dia 11 de outubro de 2016, durante a ação denominada ‘Operação Déspota’, desencadeada após a Controladoria Geral da União (CGU) e o Tribunal de Contas do Estado (TCE), junto ao Ministério Público Estadual (MPE), descobrirem fortes indícios de corrupção, superfaturamento, emissão de notas fiscais frias, utilização de empresa de fachada e lavagem de dinheiro. O ex-prefeito foi posto em liberdade em 19 de julho de 2017.

FONTE: GP1

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