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02/08/2018 ás 13h17 - atualizada em 04/08/2018 ás 00h08

REDAÇÃO

Bom Jesus / PI

Secretaria de mulher de W.Dias é alvo de operação da Polícia Federal
Na operação foram presas 21 pessoas, entre servidores da Seduc e empresários por fraude em transporte escolar.
Secretaria de mulher de W.Dias é alvo de operação da Polícia Federal
Arquivo

Na manhã desta quinta-feira, o prédio Secretária Estadual de Educação (SEDUC) foi alvo de operação da Polícia Federal. Durante a ação, nenhum funcionário pode entrar no recinto. A Secretaria era comandada até poucos dias por Rejane Dias, deputada federal, esposa do governador W.Dias, a mesma deixou o cargo para concorrer à releição, mas deixou sua equipe de confiança na comando.


Os agentes revistaram diversas salas do prédio em buscas de documentos e arquivos. Não foram revelados o que procuravam em específico, mas informações preliminares afirmam que eles buscavam documentos de contratos irregulares realizados pela secretaria. O superintendente de ensino da Seduc, Carlos Alberto Pereira, foi um dos primeiros a ser retirado das salas, mas não se pronunciou sobre o assunto.


PF prende servidores da Seduc e mais 21 empresários por fraude em transporte escolar


Em coletiva à imprensa, a Polícia Federal confirmou que foram presas 23 pessoas supostamente envolvidas na operação Topique, que investiga fraude em transporte escolar. Entre os presos estão servidores da Secretaria Estadual de Educação (Seduc) e empresários. 


A superintendente da Polícia Federal, Fabiana de Araújo Macedo, ressaltou em coletiva que não irá informar os nomes das empresas e dos presos envolvidos. Ela confirmou a prisão de 23 pessoas, sendo dois agentes públicos e o restante são empresários. Todos devem passar por exames de corpo de delito e depois encaminhados para o sistema prisional. A maioria das prisões ocorreram em Teresina.


A superintendente da Controladoria Geral da União no Piauí, Erika Lobo, explicou que a investigação começou em uma licitação em Campo Maior. A CGU está presente na operação porque os recursos eram do Governo Federal repassado para os municípios. 


Erika Lobo explicou como ocorria a fraude: "a investigação verificou a fraude nas licitações para que uma empresa específica ganhasse a licitação. Depois, havia a subcontratação pela empresa, ela contratava terceiros para praticar o serviço, não sendo da empresa, e isso é indevido porque ele tinha que está registrado na empresa ganhadora. 60% do valor era a do serviço prestado, e 40% era superfaturado".


Os carros das empresas de transporte e a folha de pagamento foram fiscalizados pela CGU.

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