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PIAUÍ

Advogado é preso em flagrante por conduzir carro clonado

O profissional foi conduzido à Central de Flagrantes da Policia Civil do Piauí.

22/01/2019 11h04Atualizado há 7 meses
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Segundo a polícia, ele foi ao local defender outro suspeito do mesmo crime, receptação de veículo roubado. O G1 não conseguiu contato com os envolvidos.
 
Um advogado foi preso em flagrante durante uma operação conjunta das Policias Militar, Civil e Rodoviária Federal de Parnaíba, que apreendeu quatro carros com registros de roubo e clonados na segunda-feira (21). Ele chegou ao local para defender um cliente e acabou preso por conduzir um veículo com restrição de roubo. A reportagem do G1 não conseguiu contato com os envolvidos.
O advogado foi identificado pela polícia como Nertan de Sousa Mota. O empresário Martônio Cunha Pinho também foi preso em um lava-jato localizado na Avenida Chagas Rodrigues, no bairro Canta Galo. Segundo a investigação, os automóveis teriam sido roubados no estado do Ceará, clonados e em seguida vendidos como se não tivessem restrições.
 
"Chamou a atenção o fato do advogado de um dos investigados estar em um carro clonado. Foi dada voz de prisão a ele e o profissional conduzido à Central de Flagrantes", informou Tiago Caldas, da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Na ação policial, uma moto também foi apreendida. O veículo de cor preta foi adesivado de branco para enganar a fiscalização da polícia. Ela possuía placa adulterada como se fosse da cidade de Campo Maior e estava em posse de uma mulher identificada como Francisca Patrícia Veras da Silva, que foi presa em casa no conjunto habitacional Dunas.
 
De acordo com o tenente Sousa Filho, da Polícia Militar de Parnaíba, dois carros com placas clonadas de Parnaíba foram apreendidos no sábado (19). A partir disso, a polícia começou uma investigação e descobriu que a suspeita presa vendeu os dois veículos por R$ 60 mil.
Na Central de Flagrantes de Parnaíba, Patrícia e Martonio foram autuados por receptação. Já o advogado Nertan Mota irá responder pelos crimes de receptação e uso de documento falso. Segundo a delegada Fernanda Novaes, no caso desse último não cabe fiança.
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