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Piauí está entre os estados com maior participação no Pacto EJA

Com 64,3% de participação.

09/07/2024 às 14h31
Por: Redação B1 - Gilbués
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Piauí está entre os estados com maior participação no Pacto EJA

O Piauí está entre os estados com maior percentual de adesão ao Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da Educação de Jovens e Adultos. O levantamento divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) nesta segunda-feira (08), confirma que o estado possui 64,3% de participação na adesão do EJA. O Nordeste registra a maior marca, como com 75,8% de participação.

Ao todo, 2.651 municípios brasileiros e 21 secretarias estaduais já fazem parte da política, o que representa 47,4% das redes de ensino do País. A região Norte registrou 52,4% de municípios participando da política, seguida do Sudeste, com 40%; do Centro-Oeste, com 28,3%; e da região Sul, com 19,7%.  O estado de Sergipe lidera a lista com 88% dos municípios participantes.

Além do Distrito Federal, já fizeram o processo de adesão os seguintes estados: Amapá, Acre, Bahia, Goiás, Espírito Santo, Roraima, Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Maranhão, Tocantins, Paraná, Piauí, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Pará, Alagoas, Ceará e São Paulo.

Ainda não aderiram os estados do Amazonas, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.   O Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do MEC (Simec) ficará aberto para adesão dessas redes ao Pacto até 31 de julho.

Pacto EJA

Alicerçado no regime de colaboração entre a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios e coordenado pelo Ministério da Educação (MEC), o Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da Educação de Jovens e Adultos congrega ações de articulação intersetorial, que serão implementadas com a participação de diferentes ministérios, da sociedade civil organizada, dos organismos internacionais e do setor produtivo.

Os objetivos são superar o analfabetismo e elevar a escolaridade de jovens, adultos e idosos; ampliar a oferta de matrículas da educação de jovens e adultos (EJA) nos sistemas públicos de ensino, inclusive entre os estudantes privados de liberdade; e ampliar a oferta da EJA integrada à educação profissional.

O investimento será de mais de R$ 4 bilhões, ao longo de quatro anos, o que deve gerar 3,3 milhões de novas matrículas da EJA e de sua oferta integrada à educação profissional. O Programa Brasil Alfabetizado (PBA), criado em 2003, também será retomado, com a oferta de 900 mil vagas para estudantes e de 60 mil bolsas para educadores populares. 

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