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PIAUÍ

Projeto quer regularizar 68 comunidades tradicionais no PI

O projeto vai fazer o georreferenciamento das áreas

11/10/2019 08h24Atualizado há 6 dias
Por: Felipe/Gilbués
Fonte: Cidade Verde

O Instituto de Terras do Estado do Piauí (Interpi) lançou nesta quinta-feira (10) o projeto Comunidades Tradicionais do Piauí, promete e mapear os territórios de povos e comunidades tradicionais no estado, com finalidade de titulação.

O projeto atenderá, na primeira fase, 68 comunidades tradicionais elencadas pela Fundação Palmares e que estão aguardando a finalização de processos de regularização junto ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e o Interpi.

Para o coordenador da comunidade quilombola de Custaneira, em Paquetá do Piauí, Arnaldo de Lima, essa conquista representa a concretização de uma luta de muitos anos. “As comunidades quilombolas vêm em uma luta secular para garantia dos direitos dos territórios onde vivem, a fim de ter uma qualidade de vida maior, mais sustentável e essa questão dos territórios tem sido a luta mais importante e mais vivenciada pelas comunidades quilombolas. Hoje, o Estado reconhece que tem essa dívida com as comunidades. Isso se concretizando, significa dizer que elas terão uma melhor garantia de vida”, disse o coordenador.

O projeto vai fazer o georreferenciamento das áreas e uma pesquisa cartorária para agilizar a descoberta das áreas que são ou não devolutas. Ou seja, o Estado vai titular comunidades que vivem em áreas públicas.

Drones e outras tecnologias aéreas são usadas para o registro dos dados. “No caso do georreferenciamento, para termos mais celeridade, estamos utilizando drones e Vants (Veículos Aéreos Não Tripulados), ou seja, o que poderia ser feito em um mês no método tradicional, pode ser feito em dias com o auxílios dessas tecnologias”, pontuou o diretor do Interpi, Chico Lucas.

O governador admite que a política é de reparação social. “É um programa social da maior importância, estamos falando aqui de povos originários, que perderam suas terras ao longo do tempo. Então, há a necessidade dessa regularização de terras indígenas e quilombolas; é uma dívida para com eles”, destacou o governador Wellington Dias.

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