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GESTÃO MARCOS ELVAS

Bom Jesus de Marcos Elvas tem a 4ª melhor gestão fiscal do Piauí

É o que aponta o Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF).

04/11/2019 13h21Atualizado há 2 semanas
Por: REDAÇÃO

Bom Jesus aparece mais uma vez entre os municípios do Piauí mais bem colocados no Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF), levantamento confeccionado anualmente pela Federação da Indústria do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). Segundo a instituição, a Prefeitura de Bom Jesus tem a quarta melhor gestão fiscal entre os municípios piauienses tendo como referência o ano-base de 2018. 

O estudo é feito com base em resultados fiscais oficiais, declarados pelas próprias prefeituras à Secretaria do Tesouro Nacional, por meio do Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconfi). Os critérios aferidos foram: Autonomia, Gastos com Pessoal, Investimentos e Liquidez. 

Nesta edição, o IFGF alcançado pela Prefeitura de Bom Jesus foi de 0.7073, atrás apenas de Uruçuí, Oeiras e Pimenteiras – entre os municípios piauienses. “Os municípios brasileiros, e não apenas do Piauí, passam por dificuldades já há algum tempo, reflexo da crise que o País tem vivenciado. Temos feito um grande esforço em Bom Jesus, juntamente com nossa competente equipe técnica, para manter as contas do município em dia, o que inclui o pagamento de servidores e de fornecedores”, declara o prefeito Marcos Elvas.

O prefeito acrescenta que a administração municipal atua com rigor em relação ao planejamento e à execução de suas ações. “É dessa forma que conseguimos ainda incrementar os serviços públicos oferecidos e realizar investimentos de que o municípios precisa”, complementa o gestor. 

Índice

Segundo o IFGF, 73,9% dos municípios brasileiros apresentaram gestão fiscal difícil ou crítica no ano de 2018. Ou seja, 3.944 cidades estão nessa situação. Quase dois mil municípios não são capazes de gerar localmente recursos suficientes para arcar com as despesas da estrutura administrativa; 50% das prefeituras gastam mais da metade do orçamento com pessoal; mais da metade apresenta dificuldade para pagar fornecedores; quase metade tem nível crítico de investimento, destinando apenas 3% das receitas a essas despesas.

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